sábado, 18 de março de 2017

OS SERES VIVOS SE REPRODUZEM... E AS ESPÉCIES EVOLUEM...

AOS ALUNOS 7 ANO...


OS SERES VIVOS SE REPRODUZEM... E AS ESPÉCIES EVOLUEM...

REPRODUÇÂO:
Os seres vivos se reproduzem e seus filhotes são semelhantes aos pais. O processo de reprodução acontece de duas formas:
  • Reprodução assexuada -  acontece por simples divisão celular, onde as células filhas são idênticas à mãe.
  • Reprodução sexuada – quando as células gaméticas se unem e formam uma célula-ovo (zigoto), as células filhas são semelhantes a mãe. O zigoto sofre uma séries de divisões, que produz mais células e origina um novo ser vivo.
A hereditariedade ocorre quando os seres vivos geram filhotes e que contêm genes herdados pelos pais. Esses genes formam o matéria genético, encontrado no núcleo celular, e são formados pelo DNA (Ácido Desoxirribonuclêico).
As características de um organismo não depende exclusivamente da hereditariedade, também provêm do resultado da ação conjunta entre os genes e o ambiente. Então, conclui-se que os filhotes gerados são semelhantes aos pais, mas não exatamente iguais a ele. Assim, a reprodução sexuada origina indivíduos geneticamente diferentes e, portanto, com maior variedade de indivíduos.
EVOLUÇÃO: Os seres vivos nem sempre foram como acontece hoje, eles passaram por várias transformações ao longo dos tempos. Essas mudanças que ocorrem ao longo do tempo com as populações de seres vivos é conhecido como evolução. O estudo da evolução nos ajuda a descobrir a origem de cada grupo de ser vivo atual e a entender a enorme diversidade de organismos no planeta.
Muitos organismos que desapareceram deixaram restos ou marcas nas rochas: os fósseis, que se formam quando um animal, uma planta ou um outro ser vivo qualquer morre e é soterrado por sedimentos antes de se decompor. A Paleontologia é a ciência que estuda os seres vivos no passado da Terra.
O estudo da evolução nos ajuda a descobrir a origem de cada grupo de ser vivo atual e a entender a enorme diversidade de organismos.
MUTAÇÃO E EVOLUÇÃO: As mutações são mudanças acidentais que ocorreram nos genes e fazem surgir genes diferentes dos originais. A mutação são relativamente raras e podem ser provocadas por certas substâncias químicas que se encontram no ambiente ou por radiações, como os RX e UVA. AS mutações podem originar novas características, mas elas são imprevisíveis, isto é, não se sabe qual característica vai aparecer... se vai ser boa ou prejuízo ao organismo, causando doenças ou até mesmo a morte. Ás vezes, porém, facilitam a sobrevivência ou a reprodução de um novo ser vivo.
SELEÇÃO NATURAL: A ação da seleção natural consiste em selecionar indivíduos mais adaptados a determinada condição ecológica, eliminando aqueles desvantajosos para essa mesma condição. A expressão mais adaptado refere-se à maior probabilidade de determinado indivíduo sobreviver e deixar descendentes em determinado ambiente. A seleção natural atua permanentemente sobre todas as populações. Mesmo em ambientes estáveis e constantes, a seleção natural age de modo estabilizador, está presente, eliminando os fenótipos desviantes. Inicialmente, este mecanismo foi proposto pelo naturalista britânico Charles Darwin (1809 – 1882).
Principais aspectos da Teoria da Evolução
- Em qualquer grupo de espécies, todos os indivíduos possuem ancestrais em comum em algum momento da história evolutiva. Assim, são descendentes deles com modificações e resultam da seleção natural;
- Indivíduos da mesma espécie, mesmo que parentes próximos, possuem variações entre si, o que é resultado de mutações e/ou reprodução sexuada. Algumas dessas variações são hereditárias, ou seja, podem ser transmitidas para a geração seguinte;
- A limitação na disponibilidade de recursos faz com que indivíduos de uma população lutem, direta ou indiretamente, por esses recursos e pela sua sobrevivência. Dessas variações, algumas podem ser vantajosas, permitindo que alguns, nesse cenário, destaquem-se e outros não. Esses últimos podem não sobreviver e, tampouco, reproduzir-se;
- Aqueles que sobrevivem (os mais aptos) podem transmitir à prole a característica que permitiu sua vitória, caso seja hereditária;
- Esse processo, denominado de seleção natural, resulta na adaptação de determinados indivíduos ao ambiente e também no surgimento de novas espécies.
LAMARCK: Lamarck, naturalista francês, foi o primeiro a propor uma teoria sintética da evolução. Sua teoria foi publicada em 1809. Em sua teoria, Lamarck sustentou o processo de adaptação, um ou mais órgãos são mais usados do que outros.
Segundo Lamarck, portanto, o princípio evolutivo estaria baseado em duas leis fundamentais:
 - Lei do uso ou desuso: no processo de adaptação ao meio, o uso de determinadas partes do corpo do organismo faz com que elas se desenvolvam, e o desuso faz com que se atrofiem;
- Lei da transmissão dos caracteres adquiridos: alterações no corpo do organismo provocadas pelo uso ou desuso são transmitidas aos descendentes.


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ÁTOMO E ESTRUTURA ATÔMICA

AOS ALUNOS 9º ANO




ÁTOMOS
 
O núcleo do átomo é formado por dois tipos de partículas: Os prótons(que possuem carga positiva) e é representado pelo sinal+; e os nêutrons(que não possuem carga, ele é neutro).Na eletrosfera estão os elétrons , partículas que tem carga elétrica negativa (representado pelo sinal - ).
A massa de um próton é praticamente igual a de um nêutron.Comparativamente, a massa de um elétron é praticamente desprezível, pois é cerca de 1840 vezes enor que a massa de um próton ou de um nêutron.


ELETROSFERA DO ÁTOMO

Em torno do núcleo do átomo temos uma região denominada de eletrosfera que é dividida em 7 partes chamada camadas eletrônicas ou níveis de energia.
Do núcleo para fora estas camadas são representadas pelas letras K, L, M, N, O, P e Q.
Em cada camada poderemos encontrar um número máximo de elétrons, que são:


Os elétrons de um átomo são colocados, inicialmente, nas camadas mais próximas do núcleo.
Exemplos:
O átomo de sódio possui 11 elétrons, assim distribuídos:
K = 2; L = 8; M = 1.
O átomo de bromo possui 35 elétrons, assim distribuídos:
K = 2; L = 8; M = 18; N = 7
Verifica-se que a última camada de um átomo não pode ter mais de 8 elétrons. Quando isto ocorrer, devemos colocar na mesma camada, 8 ou 18 elétrons
(aquele que for imediatamente inferior ao valor cancelado) e, o restante na camada seguinte.
Exemplos:
O átomo de cálcio tem 20 elétrons, inicialmente, assim distribuídos:
K = 2; L = 8; M = 10
Como na última camada temos 10 elétrons, devemos colocar 8 elétrons e 2 elétrons irão para a camada N.
K = 2;L = 8; M = 8; N = 2


IDENTIFICAÇÃO DOS ÁTOMOS

            Os átomos são identificados segundo o seu número de prótons, nêutrons e elétrons. Assim, convém sabermos alguns conceitos:
            Número atômico (Z) – É a quantidade de prótons existente no núcleo do átomo.

            Número de nêutrons (N) – É a quantidade de nêutrons existentes no núcleo do átomo.

            Número de massa (A) – É a soma dos números de prótons e nêutrons existentes no núcleo atômico.

            Representação ZXA

            Em um átomo neutro o número de prótons é igual ao número de elétrons.

Um átomo que apresenta o seu número de elétrons diferente do número de prótons é um íon. Um íon positivo é conhecido pelo nome de cátion e apresenta número de elétrons menor do que o número de prótons (perda de elétrons). Um íon negativo é conhecido pelo nome de ânion e apresenta número de elétrons maior do que o número de prótons (ganho de elétrons)

Existem elementos diferentes na natureza que apresentam algum número igual. São eles:

Isótopos – São elementos químicos iguais porque apresentam o mesmo número de prótons porem diferem em seu número de massa. Exemplo: Hidrogênio


História dos Modelos Atômicos

Para alunos 9º Ano...

História Modelos Atômicos



MODELOS ATÔMICOS

Desvendar os segredos da matéria, sua estrutura, sua constituição, sempre foi um desejo dos estudiosos. Cinco séculos antes de Cristo, os filósofos gregos especulavam a respeito da matéria: seria ela contínua ou descontínua?
Demócrito e Leucipo eram partidários da descontinuidade, isto é, a matéria poderia ser dividida em partes cada vez menores, até um limite. A esse limite deram o nome de ÁTOMO, que em grego significa "indivisível".

MODELO ATÔMICO DE DALTON

            O modelo de Dalton foi elaborado em 1808 e é conhecido como “modelo da bola de bilhar” por representar os átomos como pequenas bolas redondas, maciças e indivisíveis. Para ele, átomos de um mesmo elemento são idênticos e elementos diferentes apresentam átomos diferentes. Em uma reação química ocorre a reorganização dos átomos, os quais se unem em varias proporções e mantendo suas massas.
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MODELO DE THOMSON
Apesar do modelo de Dalton ter sido o ponto de partida para compreender a estrutura da matéria, ele não explicava uma série de fenômenos.
Thomson então propôs que o átomo seria constituído por uma esfera com carga positiva e os elétrons estariam incrustados nessa esfera, de tal forma que o total de cargas positivas fosse igual ao total de cargas negativas. Tal modelo ficou conhecido como "modelo do pudim de passas".

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MODELO DE RUTHERFORD

Em 1911, Rutherford bombardeou uma fina lamina de ouro com partículas alfa. O resultado da experiência, revelou que 99% das partículas atravessaram a lamina sem desvio, algumas desviaram e atravessaram e outras desviaram e retornaram. Para explicar os resultados experimentais, Rutherford propôs um modelo nuclear, isto e, haveria no átomo um núcleo muito pequeno e positivo e os elétrons girariam ao redor do núcleo. Essa região ao redor do núcleo, onde se encontram os elétrons, é chamado de eletrosfera. O elétron é muito leve, cerca de 1836 vezes mais leve que o próton. Esse modelo é conhecido como “modelo planetário”.
Em 1920, Rutherford propôs que no núcleo, além dos prótons, deveria existir pares de prótons e elétrons, os quais ele chamou de nêutrons. Somente em 1932, Chadwick descobriu a existência dos nêutrons. A maior parte da massa do átomo se encontra no núcleo, onde se encontram os prótons e os nêutrons.

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MODELO DE BOHR

O modelo de Rutherford afirmava que os elétrons giravam em torno do núcleo, a uma certa distância. No entanto, sabia-se na época, que elétrons girando em torno do núcleo deveriam perder energia e assim, sua órbita seria cada vez mais próxima do núcleo, o que acabaria provocando sua queda no núcleo, o que seria uma volta ao modelo de Thomson. Era um dilema: se o elétron girasse em torno do núcleo, deveria perder energia e ficar grudado no núcleo, mas como explicar os resultados obtidos por Rutherford?

Em 1913, Niels Bohr propôs que as leis da Física, vigentes na época, não se aplicavam ao elétron, pois sua massa era muito pequena. Propôs que o elétron giraria em torno do núcleo em órbita circular, sem absorver ou emitir energia (sendo assim, o elétron não se precipitaria para o núcleo). Fornecendo-se energia ao elétron, ele salta de uma órbita para outra mais externa. Da mesma forma, quando um elétron "excitado" retornar a sua órbita, ele emitiria a energia absorvida.
Surgia assim o modelo dos níveis de energia, isto é, os elétrons de um átomo não estariam todos na mesma órbita e sim distribuídos em órbitas (K, L, M, N, 0 e P).

 
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O modelo das órbitas circulares foi alterado por Sommerfeld que propôs que as órbitas seriam elípticas, tal como no sistema planetário e imaginou que algumas das órbitas, camadas ou níveis do átomo de Rutherford-Bohr seriam formadas por subcamadas ou subníveis, e que um subnível seria circular e os demais teriam a forma de elipses.


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RELAÇÕES ECOLÓGICAS ENTRE OS SERES VIVOS

AOS ALUNOS 6° ANO...

Relações entre Seres Vivos (RESUMO)






As associações existentes entre seres vivos são classificadas em: harmônicas e desarmônicas. Nas harmônicas, ninguém é prejudicado; nas desarmônicas alguém é prejudicado.



                                                                     

                                                                   Sociedade

                                          Harmônicas      Comensalismo

                                                                   Mutualismo

   Relações ecológicas                                



                                                                                                    

                                                                    

                                                                     Predação

                                         Desarrmônicas    Parasitismo

                                                                     Competição



                                                                                                     

                                                                                                                

        

Sociedades: São associações entre seres de mesma espécie onde os indivíduos vivem juntos e cooperam entre si, tendo divisão de trabalho e de alimento. Ex.: cupins, abelhas, formigas, morcegos-vampiros, leões e micos.


 


MUTUALISMO: Associação entre duas espécies diferentes, onde ambos são beneficiados. Ex.  abelhas, beija-flores, borboletas e morcegos e o pólen. Líquen (alga + cogumelo), o cogumelo serve de suporte para a alga e esta realiza fotossíntese.




COMENSALISMO: Relação ecológica onde um ser vivo se nutre de restos de outro, ou seja, um organismo se beneficia sem que outro tenha algum ganho ou prejuízo. Ex: Peixe-piloto (rêmora) acompanha tubarões e se nutre de restos de alimento deles.




PREDAÇÃO: Relação ecológica, em que um animal mata e devora outro animal. O animal que mata é o predador e o animal que é morto é a presa. Ex: onça-pintada e capivara, pássaro e minhoca, serpente e rato...



PARASITISMO: Quando um organismo (parasita) se instala no corpo de outro (hospedeiro), extraindo alimento e provocando doenças no hospedeiro. Há sempre benefício para um e prejuízo para outro. Ex: lombriga (Ascaris lumbricóides) que hospeda no intestino humano.



COMPETIÇÃO: Relação ecológica de disputa entre os seres vivos por alimento, presa, território, reprodução e outros elementos do ambiente. Ex: insetos e ratos competem com a espécie humana quando comem nossos alimentos. Dois machos da mesma espécie competem por território.


domingo, 19 de fevereiro de 2017

EM BUSCA DE MATÉRIA E ENERGIA

AOS ALUNOS DO 7º ANO...

Em busca de matéria e energia

Crescimento, desenvolvimento e renovação!
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Todos seres vivos possuem origem em outro. Eles se desenvolvem, crescem, se reproduzem e morrem, uma série de mudanças que constituem o ciclo vital.





RESPIRAÇÃO CELULAR E FOTOSSÍNTESE

         Para fazer qualquer coisa,  nosso organismo precisa de energia. Ela vem do alimento e da respiração celular através do oxigênio disponível no ambiente. Este, por sua vez, fornecido pelas plantas e vegetais. Abaixo vídeos sobre os dois processos:

Fotossíntese:


Respiração celular:

Matéria, energia e transformação

           O alimento fornece matéria e energia para os seres vivos. A matéria é formada por substância químicas, ou seja, podem sofrer transformações e alteram a natureza da matéria. Já as transformações físicas alteram os estado físico da matéria. Vídeo abaixo elucida a explicação.




        O importante é conscientizar que o ser humano utiliza transformações na natureza, criando um imenso de novos materiais. A transformação química pode ser visualizada em nossa processo de digestão e na respiração celular.









PROPRIEDADES ESPECÍFICAS DA MATÉRIA

AOS ALUNOS DO 9º ANO

Propriedades específicas da matéria

Algumas propriedades variam conforme as substâncias de que a matéria é feita.

Cor: Os diferentes materiais apresentam diferentes cores. A casca do tomate é vermelha, a gema do ovo é amarela, a grafite do lápis é preta e assim por diante.

Dureza: É definida pela resistência que sua superfície oferece quando riscada por outro material. Os materiais apresentam diferentes graus de dureza, ou seja, alguns são mais duros que outros. A substância mais dura que se conhece é o diamante. Ele é tão duro que é usado para riscar e cortar materiais como o vidro.

Brilho: É a propriedade que faz com que os corpos reflitam a luz de modo diferente. Essa característica varia de material para material. Os metais apresentam um brilho típico, conhecido como brilho metálico. Alguns materiais não apresentam brilho algum, como é o caso da madeira e do couro. Já as pedras preciosas, quando lapidadas apresentam grande brilho.

Maleabilidade: É a propriedade que permite que a matéria seja moldada. Isso é possível de ser feita com a maioria dos metais, como o ferro, o ouro, o alumínio, o cobre, mas não com a madeira e outros materiais não-maleáveis.

Ductilidade: É a propriedade que permite transformar materiais em fio. É o caso do cobre, usado em forma de fios em instalações elétricas, e do ferro, usado na fabricação de arames.

Fonte: César & Sezar & Bedaque. Ciências: Entendendo a natureza – A matéria e a energia. São Paulo: Editora Saraiva, 2001.
Fonte: BARROS & PAULINO. Física e Química. São Paulo: Editora Ática, 2001.


 FONTE: http://9ano-ciencias.blogspot.com.br/2013/02/propriedades-especificas-da-materia.html