sábado, 18 de março de 2017

RELAÇÕES ECOLÓGICAS ENTRE OS SERES VIVOS

AOS ALUNOS 6° ANO...

Relações entre Seres Vivos (RESUMO)






As associações existentes entre seres vivos são classificadas em: harmônicas e desarmônicas. Nas harmônicas, ninguém é prejudicado; nas desarmônicas alguém é prejudicado.



                                                                     

                                                                   Sociedade

                                          Harmônicas      Comensalismo

                                                                   Mutualismo

   Relações ecológicas                                



                                                                                                    

                                                                    

                                                                     Predação

                                         Desarrmônicas    Parasitismo

                                                                     Competição



                                                                                                     

                                                                                                                

        

Sociedades: São associações entre seres de mesma espécie onde os indivíduos vivem juntos e cooperam entre si, tendo divisão de trabalho e de alimento. Ex.: cupins, abelhas, formigas, morcegos-vampiros, leões e micos.


 


MUTUALISMO: Associação entre duas espécies diferentes, onde ambos são beneficiados. Ex.  abelhas, beija-flores, borboletas e morcegos e o pólen. Líquen (alga + cogumelo), o cogumelo serve de suporte para a alga e esta realiza fotossíntese.




COMENSALISMO: Relação ecológica onde um ser vivo se nutre de restos de outro, ou seja, um organismo se beneficia sem que outro tenha algum ganho ou prejuízo. Ex: Peixe-piloto (rêmora) acompanha tubarões e se nutre de restos de alimento deles.




PREDAÇÃO: Relação ecológica, em que um animal mata e devora outro animal. O animal que mata é o predador e o animal que é morto é a presa. Ex: onça-pintada e capivara, pássaro e minhoca, serpente e rato...



PARASITISMO: Quando um organismo (parasita) se instala no corpo de outro (hospedeiro), extraindo alimento e provocando doenças no hospedeiro. Há sempre benefício para um e prejuízo para outro. Ex: lombriga (Ascaris lumbricóides) que hospeda no intestino humano.



COMPETIÇÃO: Relação ecológica de disputa entre os seres vivos por alimento, presa, território, reprodução e outros elementos do ambiente. Ex: insetos e ratos competem com a espécie humana quando comem nossos alimentos. Dois machos da mesma espécie competem por território.


domingo, 19 de fevereiro de 2017

EM BUSCA DE MATÉRIA E ENERGIA

AOS ALUNOS DO 7º ANO...

Em busca de matéria e energia

Crescimento, desenvolvimento e renovação!
Resultado de imagem para da celula ao organismo

Todos seres vivos possuem origem em outro. Eles se desenvolvem, crescem, se reproduzem e morrem, uma série de mudanças que constituem o ciclo vital.





RESPIRAÇÃO CELULAR E FOTOSSÍNTESE

         Para fazer qualquer coisa,  nosso organismo precisa de energia. Ela vem do alimento e da respiração celular através do oxigênio disponível no ambiente. Este, por sua vez, fornecido pelas plantas e vegetais. Abaixo vídeos sobre os dois processos:

Fotossíntese:


Respiração celular:

Matéria, energia e transformação

           O alimento fornece matéria e energia para os seres vivos. A matéria é formada por substância químicas, ou seja, podem sofrer transformações e alteram a natureza da matéria. Já as transformações físicas alteram os estado físico da matéria. Vídeo abaixo elucida a explicação.




        O importante é conscientizar que o ser humano utiliza transformações na natureza, criando um imenso de novos materiais. A transformação química pode ser visualizada em nossa processo de digestão e na respiração celular.









PROPRIEDADES ESPECÍFICAS DA MATÉRIA

AOS ALUNOS DO 9º ANO

Propriedades específicas da matéria

Algumas propriedades variam conforme as substâncias de que a matéria é feita.

Cor: Os diferentes materiais apresentam diferentes cores. A casca do tomate é vermelha, a gema do ovo é amarela, a grafite do lápis é preta e assim por diante.

Dureza: É definida pela resistência que sua superfície oferece quando riscada por outro material. Os materiais apresentam diferentes graus de dureza, ou seja, alguns são mais duros que outros. A substância mais dura que se conhece é o diamante. Ele é tão duro que é usado para riscar e cortar materiais como o vidro.

Brilho: É a propriedade que faz com que os corpos reflitam a luz de modo diferente. Essa característica varia de material para material. Os metais apresentam um brilho típico, conhecido como brilho metálico. Alguns materiais não apresentam brilho algum, como é o caso da madeira e do couro. Já as pedras preciosas, quando lapidadas apresentam grande brilho.

Maleabilidade: É a propriedade que permite que a matéria seja moldada. Isso é possível de ser feita com a maioria dos metais, como o ferro, o ouro, o alumínio, o cobre, mas não com a madeira e outros materiais não-maleáveis.

Ductilidade: É a propriedade que permite transformar materiais em fio. É o caso do cobre, usado em forma de fios em instalações elétricas, e do ferro, usado na fabricação de arames.

Fonte: César & Sezar & Bedaque. Ciências: Entendendo a natureza – A matéria e a energia. São Paulo: Editora Saraiva, 2001.
Fonte: BARROS & PAULINO. Física e Química. São Paulo: Editora Ática, 2001.


 FONTE: http://9ano-ciencias.blogspot.com.br/2013/02/propriedades-especificas-da-materia.html




FOTOSSÍNTESE E CADEIA ALIMENTAR

AOS ALUNOS DO 6º ANO...

FOTOSSÍNTESE E CADEIA ALIMENTAR
                                                                                                                            Virginia Sanches Uieda


Todos os organismos necessitam de matéria para sua construção e energia para suas atividades. Isto ocorre não somente ao nível do  organismo individualmente, mas também nas populações, comunidades e ecossistemas. No ecossistema, o qual compreende a comunidade e o ambiente abiótico onde ela está inserida, é importante o estudo de como ocorrem as transferências de energia e matéria. Este é um assunto relacionado à disciplina de Ecologia.
A transferência ocorre por todos os níveis da comunidade, iniciando pela captura da energia solar pelas plantas (produtores), através do processo de fotossíntese, e se espalhando por todos os demais níveis, incluindo herbívoros, detritívoros, carnívoros e decompositores. A maneira como se dá esta transferência é estudada por uma ciência denominada Energética ecológica. Alguns dos conceitos envolvidos neste estudo serão aqui abordados em dois tópicos: Fotossíntese e Cadeia alimentar.


Cadeia e Teia alimentar

Você, como a maioria dos animais, consegue viver graças à ENERGIA que adquire a partir dos alimentos que consome. Esta energia dá a capacidade ao seu corpo de executar todas as funções necessárias para sua sobrevivência. Esta energia é transferida ao longo de uma cadeia ou de uma teia alimentar.
Alguns exemplos de transferência de energia que ocorrem em um riacho são apresentados abaixo. Nestes exemplos você tem “o que é comido” (o alimento) ligado a “quem o consome” através de setas, que indicam o caminho que segue a energia, ou seja, “do que para quem”.
 
A Cadeia alimentar é linear, simples e com transferência unidirecional de energia. A Teia alimentar é não linear, mais complexa, semelhante a uma "teia de aranha", com transferência de energia em várias direções.
 
Você saberia dizer qual dos exemplos abaixo representa uma CADEIA alimentar e qual representa uma TEIA alimentar?
  
 
                       
 
 



As cadeias e teias podem ser de dois tipos: de pastejo e de detritos.





Cadeia ou teia de pastejo, onde a base, ou a energia que sustenta a cadeia, são as plantas (autótrofos), consumidas por herbívoros pastadores, por sua vez consumidos por carnívoros.




Cadeia ou teia de detritos, onde a base é a matéria orgânica não viva, decorrente da decomposição de corpos de vegetais e de animais e seus excrementos. Esta matéria é processada por microorganismos decompositores (fungos e bactérias), que a liberam na forma de nutrientes para as plantas, ou na forma de detritos que serão consumidos por organismos detritívoros, por sua vez consumidos por carnívoros.



 
 
Normalmente na natureza estes dois tipos estão interligados.



 

 
Pense: Como o homem pode interferir na transferência de energia?
 
O nível trófico corresponde a uma posição na teia (ou cadeia) alimentar. A posição da base da teia, correspondendo ao 1º nível trófico, é ocupada por produtores (em uma CADEIA DE PASTEJO) ou por matéria orgânica (em uma CADEIA DE DETRITOS). O 2º nível é ocupado pelos consumidores primários, que são herbívoros na cadeia de pastejo e detritívoros na cadeia de detritos. O 3º e próximos níveis são ocupados por carnívoros consumidores secundários, terciários, etc.
Veja nos exemplos abaixo os níveis tróficos e como um mesmo organismo pode pertencer a diferentes níveis, dependendo da cadeia trófica em que está envolvido. Usamos como exemplo o homem, que é onívoro, ou seja, pode consumir alimentos de origem vegetal e animal, inserido em duas cadeias de pastejo e uma cadeia de detritos.
 
 
 
 
 
 


 fonte: http://www2.ibb.unesp.br/nadi/Museu3_identidade/Museu3_identidade_funcoes/Documentos/Museu3_funcoes_fotossintese_cadeia.htm

REPORTAGEM


Aquecimento global ameaça cadeia alimentar marinha

Agência Fapesp* - - 30/07/2010
A quantidade de fitoplâncton nos mares tem caído no último século. A queda no conjunto de organismos aquáticos microscópicos com capacidade de fazer fotossíntese foi destacada na edição atual da revista Nature.

Segundo o estudo, a queda é global e ocorreu por todo o século 20. O fitoplâncton forma a base da cadeia alimentar marinha e sustenta diversos conjuntos de espécies, do minúsculo zooplâncton a peixes, aves e grandes mamíferos marinhos.

"O fitoplâncton é o combustível que move o ecossistema marinho e esse declínio afeta tudo o que está acima na cadeia alimentar, incluindo os humanos", disse Daniel Boyce, da Universidade Dalhousie, no Canadá, principal autor do trabalho.

Boyce e colegas usaram um grande conjunto de dados oceanográficos históricos e atuais em análise que verificou um declínio médio de 1% na quantidade de fitoplâncton nos mares do mundo. A tendência, segundo eles, é particularmente bem documentada no hemisfério Norte, onde a queda foi de 40% com relação aos valores encontrados na década de 1950.

Segundo os pesquisadores, a queda de longo prazo estaria relacionada com as mudanças climáticas globais, incluindo o aumento nas temperaturas das superfícies oceânicas, especialmente nas áreas próximas ao Equador, e alterações nas condições oceanográficas.

O estudo de três anos analisou dados desde 1899. As maiores quedas nos níveis de fitoplâncton ocorreram nas regiões polares e tropicais e em oceanos abertos, onde ocorre a maioria da produção global desse tipo de biomassa.

O fitoplâncton precisa de luz solar e de nutrientes para crescer. E os oceanos, quando mais quentes, tornam-se mais estratificados, o que limita a quantidade de nutrientes que se deslocam das águas mais profundas para a superfície.

As temperaturas mais elevadas, de acordo com o estudo, poderiam estar contribuindo para tornar os oceanos tropicais ainda mais estratificados, levando a uma crescente limitação na disponibilidade de nutrientes e ao declínio do fitoplâncton.

O estudo também concluiu que variações climáticas de grande escala, como o fenômeno do El Niño, afetam a produção de fitoplâncton em uma base anual, ao mudar as condições oceanográficas de curto prazo.

Os resultados contribuem para o crescente aumento de evidências científicas que indicam que o aquecimento global está alterando os mecanismos básicos dos ecossistemas marinhos.

"O declínio do fitoplâncton pelas mudanças climáticas é outra dimensão importante das alterações globais observadas nos oceanos, que já estão estressados pelos efeitos da pesca e da poluição. Novas ferramentas observacionais e uma melhor compreensão científica são necessárias para permitir previsões acuradas da saúde futura dos oceanos", disse Marlon Lewis, outro autor do estudo.


FONTE: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/aquecimento-global-ameaca-cadeia-alimentar-marinha-583401.shtml

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

AOS ALUNOS DO 8º ANO

Doação de órgãos

A doação de órgãos ou de tecidos é um ato pelo qual manifestamos a vontade de doar uma ou mais partes do nosso corpo para ajudar no tratamento de outras pessoas.

​A doação pode ser de órgãos (rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão) ou de tecidos (córnea, pele, ossos, válvulas cardíacas, cartilagem, medula óssea e sangue de cordão umbilical). A doação de órgãos como o rim, parte do fígado e da medula óssea pode ser feita em vida.
Para a doação de órgãos de pessoas falecidas, somente após a confirmação do diagnóstico de morte encefálica. Tipicamente, são pessoas que sofreram um acidente que provocou traumatismo craniano (acidente com carro, moto, quedas etc.) ou sofreram acidente vascular cerebral (derrame) e evoluíram para morte encefálica.

Doação após a morte​

Se você quiser se tornar um doador, a atitude mais importante é informar esse desejo a seus familiares uma vez que, após sua morte, eles decidirão sobre a doação.

Como fazer a doação no momento da morte de um familiar

Um dos membros da família pode manifestar o desejo de doar os órgãos e tecidos ao médico que atendeu o paciente ou à comissão intra-hospitalar de doação de órgãos e tecidos do hospital.
Pode também entrar em contato com a Central de Transplantes, que tomará as providências necessárias.

Como é a cirurgia para retirada dos órgãos

A cirurgia para retirada dos órgãos é como qualquer outra, e todos os cuidados de reconstituição do corpo são obrigatórios pela Lei n° 9.434/1997.
Após a retirada dos órgãos, o corpo fica como antes, sem qualquer deformidade. Não há necessidade de sepultamentos especiais. O doador poderá ser velado e sepultado normalmente.

Fases do Processo de Doação de Órgãos​

Se existe um doador em potencial, vítima de acidente com traumatismo craniano ou derrame cerebral (AVC), com confirmação da morte encefálica e autorização da família para a doação, a função dos órgãos deve ser mantida artificialmente.
Seguem-se, então, as seguintes ações:
  • A Central de Transplantes inicia os testes de compatibilidade entre o doador e os potenciais receptores, que aguardam em lista de espera.
  • Quando existe mais de um receptor compatível, a decisão sobre quem receberá o órgão passa por critérios previamente estabelecidos como: tempo de espera e urgência do caso.
  • A Central de Transplantes emite uma lista de potenciais receptores para cada órgão e comunica aos hospitais e às equipes de transplantes responsáveis pelos pacientes.
  • As equipes de transplantes, junto à Central de Transplantes, adotam as medidas necessárias – meio de transporte, cirurgiões e equipe multidisciplinar – para viabilizar a retirada dos órgãos.
  • Os órgãos são retirados e os transplantes realizados.

Morte Encefálica

É a interrupção irreversível das atividades cerebrais, causada mais frequentemente por traumatismo craniano, tumor ou derrame. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando este morre, significa a morte do indivíduo.​

Doação em vida

É possível também a doação entre vivos, no caso de órgãos duplos (ex: rim). No caso do fígado e do pulmão, também é possível o transplante entre vivos, sendo que apenas uma parte do órgão do doador poderá ser transplantada no receptor.
O "doador vivo" é considerado uma pessoa em boas condições de saúde – de acordo com avaliação médica – capaz juridicamente e que concorda com a doação. Por lei, pais, irmãos, filhos, avós, tios e primos podem ser doadores. Não parentes podem ser doadores somente com autorização judicial.
Os órgãos e tecidos que podem ser obtidos de um doador vivo são:
  • Rim: por ser um órgão duplo, pode ser doado em vida. Doa-se um dos rins e tanto o doador quanto o transplantado podem levar uma vida perfeitamente normal;
  • Medula óssea: pode ser obtida por meio da aspiração óssea direta ou pela coleta de sangue;
  • Fígado ou pulmão: poderão ser doadas partes destes órgãos.
                                                        Resultado de imagem para DOAÇÃO DE ORGÃOS
                               

                                      Resultado de imagem para DOAÇÃO DE ORGÃOS 


FONTE:  https://www.einstein.br/especialidades/transplantes/transplante-orgaos/doacao-orgaos

domingo, 12 de fevereiro de 2017

PROPRIEDADES DA MATÉRIA








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Propriedades gerais da matéria


As propriedades gerais são aquelas comuns a toda espécie de matéria, independente da substância de que ela é feita.

Extensão: É a propriedade que a matéria tem de ocupar um lugar no espaço que corresponde ao seu volume. A unidade padrão de volume é o metro cúbico (m³), mas o litro (L) é também muito usado.

Massa: É a quantidade de matéria que forma um corpo. A unidade padrão de massa é o quilograma (kg).

Inércia: É a tendência natural que os corpos têm de manter seu estado de repouso ou de movimento numa trajetória reta. 

A medida da inércia de um corpo é correspondente à de sua massa. Assim, quanto maior a massa de um corpo, maior será a sua inércia (apresentará maior resistência à mudança do seu estado de repouso ou de movimento).
Impenetrabilidade: É a propriedade que os corpos materiais têm de não poder ocupar um mesmo lugar ao mesmo tempo.

Compressibilidade: É a propriedade que um corpo tem de ter seu volume reduzido quando submetido a determinada pressão. Isso ocorre porque a pressão diminui os espaços existentes entre as partículas constituintes do corpo.

Os gases podem ser mais comprimidos do que os líquidos. Os líquidos e os gases voltam ao seu estado anterior depois de cessada a compressão. Já os sólidos, em geral, se deformam.

Elasticidade: É a propriedade que um corpo tem de voltar a sua forma inicial, cessada a compressão a que estava submetido.

A elasticidade, assim como a compressibilidade, varia de um corpo para outro. Os gases, que são mais compreensíveis do que os líquidos, apresentam maior elasticidade. Já entre os sólidos, que geralmente se deformam com a compressão, há alguns que apresentam certa elasticidade, como uma borracha ou uma mola. Esses corpos, cessada a compressão que atua sobre eles, voltam a sua forma inicial.

Indestrutibilidade: É a propriedade que a matéria tem de não poder ser criada nem destruída – apenas transformada. Essa propriedade constitui um dos princípios básicos da química, ciência que estuda as transformações das substâncias.

Divisibilidade: É a propriedade que a matéria apresenta de ser dividida. A quantidade de água em um copo pode ser dividida em porções menores, até chegar a uma gota ou até mesmo uma molécula.

Fonte: César & Sezar & Bedaque. Ciências: Entendendo a natureza – A matéria e a energia. São Paulo: Editora Saraiva, 2001.

Fonte: BARROS & PAULINO. Física e Química. São Paulo: Editora Ática, 2001. 




Propriedades físicas específicas:

É um conjunto de propriedades exclusivas e particulares de cada material puro, podendo ser usadas para identificá-los. Existem mais de trinta propriedades específicas da matéria, mas três são as mais usadas na identificação das substâncias, que são: densidade, ponto de fusão, ponto de ebulição.
Por exemplo, a água é a única substância que possui densidade igual a 1,0 g/cm3, congela em 0ºC, ferve em 100 ºC, em condições normais de temperatura e pressão.
Veja na tabela a seguir essas propriedades específicas para várias substâncias puras:
Propriedades específicas de algumas substâncias
Voltando à analogia da cédula de identidade, uma das propriedades específicas usadas para identificar uma pessoa é a digital, pois cada pessoa possui uma, é uma propriedade exclusiva, particular.
A digital é como as propriedades específicas, são exclusivas

Por Jennifer Fogaça
Graduada em Química

FONTE: http://brasilescola.uol.com.br/quimica/propriedades-gerais-especificas.htm










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Vida interna de um Célula