domingo, 12 de fevereiro de 2017

PARTES DE UMA CÉLULA

AOS ALUNOS 8º ANO

Célula – Unidade fundamental da constituição, do funcionamento e da reprodução dos seres vivos, capaz de se reproduzir independentemente.

As células foram descobertas em 1665 por Robert Hooke, ao examinar lâminas de cortiça num microscópio  rudimentar. Hooke observou cavidades poliédricas, às quais chamou células (do latim cella, pequena cavidade). Na prática observou paredes vegetais de células vegetais mortas.
As células são limitadas por uma membrana celular (citoplamática) e no seu interior contém uma solução aquosa, o citoplasma. No citoplasma encontram-se dispersas numerosas estruturas designadas no seu conjunto por organelos.
As células podem ser divididas em dois grandes grupos, consoante possuem ou não uma estrutura designadas por núcleo.
Células procarióticas (do grego pró = antes + káryon = núcleo), sem núcleo;
Células eucarióticas (do grego eũ = verdadeiro + káryon = núcleo), com núcleo.

As células procarióticas são relativamente simples  (comparativamente às eucarióticas) e são as que se encontram nas bactérias e cianófitas (“algas” azuis ou cianobactérias). São organismos unicelulares constituídos por uma só célula.
Célula Procariótica
As células eucarióticas podem ser encontradas em seres unicelulares e pluricelulares. São células complexas que se encontram nos animais, plantas e fungos.
  • Célula eucariótica animal – Célula eucariótica que apresenta várias estruturas e organelos celulares mas que é desprovida de parede celular e de cloroplastos.
Célula Eucariótica Animal
celula eucariótica vegetal
Comparação entre célula Procariótica e Eucariótica


celulaeucarioticaprocariotica
Quadro síntese dos três tipos de células


quadrocelulas 

fonte:  https://storadeciencias.wordpress.com/ciencias-naturais/7%C2%BA-ano/testes-e-fichas-2/



As Organelas Citoplasmáticas são estruturas que ficam no citoplasma das células animais e vegetais, e que desempenham importantes funções, como veremos abaixo:

1 – Lisossomos – São pequenas vesículas com enzimas digestivas que atuam para digerir substâncias que penetram na célula por fagocitose ou pinocitose. Também são responsáveis por digerir estruturas celulares desgastadas.

2 - Complexo de Golgi – É um conjunto de membranas em forma de sacos. É responsável por armazenar as substâncias produzidas no interior da célula.

3 - Retículo endoplasmático – É um sistema de membranas em formato de tubos e sacos, que atuam na síntese de esteróides e na desabilitação de hormônios e substâncias nocivas à saúde.

4 – Ribossomos – São estruturas encontradas de forma livre no hialoplasma ou no retículo endoplasmático. Eles atuam em sínteses proteicas no interior da célula.

5 – Mitocôndrias – São estruturas membranosas, responsáveis pela respiração celular.

6 – Cloroplastos – São estruturas membranosas, responsáveis pela fotossíntese. Estão presentes apenas nas células de plantas e algas. Não se encontram em células animais.

7 – Centríolos – São cilindros tubulares relacionados com a divisão celular.

8 – Peroxissomos - São bolsas membranosas que contêm alguns tipos de enzimas digestivas, semelhantes aos lisossomos. São responsáveis por eliminar gorduras e aminoácidos e atuam no processo de desintoxicação das células.

Fonte:  http://www.grupoescolar.com/pesquisa/organelas-citoplasmaticas.html

ECOLOGIA

AOS ALUNOS 6º ANO

 


Ecologia


Todos os seres vivos dependem uns dos outros e também do ambiente em que vivem. Ninguém, portanto, pode considerar-se fisiologicamente livre, citando o homem como exemplo, sabemos que ele necessita de uma infinidade de meios para manter-se vivo. Os vegetais constituem a base da subsistência, deles, o homem se alimenta diretamente ou através dos animais, que, por sua vez, também dependem dos vegetais. Vemos, portanto, que há uma Interdependência entre os seres vivos e o ambiente, a ciência que estuda esse relacionamento é a Ecologia.
A palavra Ecologia, foi criada em 1.866, pelo naturalista alemão Ernst Heinrich Haeckel.
Vocábulo de origem grega – oikos, significa habitação e logia, estudo, é a denominação da ciência que estuda o convívio dos seres vivos entre si e com o meio. Nos últimos anos, a palavra Ecologia popularizou-se rapidamente diante da preocupação dos especialistas para com a destruição do meio ambiente, os diversos fatores de um progresso desordenado estão destruindo a Natureza, causando modificações altamente prejudiciais a vida dos seres vivos, entre os quais, logicamente, o homem está incluído. Muitos consideram a Ecologia como a ciência mais importante dos nossos dias, e tudo leva a crer que assim seja, pois o homem não tem condições de viver fora de seu ambiente.
A partir de agora você ira conhecer muita coisa sobre ecologia, e saberá de que forma todos esses itens podem influenciar na Natureza, e conseqüentemente em nossas Vidas.


Ecologia e Biologia
Antes de começar a empregar-se, no século XX, o termo Ecologia, criado em 1.866, e também antes disso, muitos cientistas e sábios, estudavam e se preocupavam com as relações entre os animais, os vegetais e o meio. Tal estudo passou a ser considerado como parte da biologia, que é a ciência que pesquisa os seres vivos, sentia-se, porém, que o estudo das relações dos seres vivos entre si e o meio constituía um campo especializado, embora dependente da biologia.
Passou-se a adotar então, o termo Ecologia para determinar a ciência que se preocupa socialmente com os seres vivos. Por socialmente, entende-se o relacionamento entre as plantas, o homem e os outros seres vivos, um depende do outro, e nessa Interdependência, formam uma sociedade, de cujo equilíbrio e organização dependem. A biologia é uma ciência mais vasta, pois estuda os fenômenos da vida e as leis que as dirigem, entende-se por esta acepção que tudo quanto se relacione a vida interessa a biologia, ela engloba todos os conhecimentos sobre os seres vivos e, portanto, as ciências que também os estuda.
A Ecologia trata de um ramo de atividade dos seres vivos, que é o relacionamento entre si e o meio, assim, interessa diretamente a biologia e faz parte dessa ciência, por sua vez, a Ecologia vale-se de outras ciências, pertencentes a biologia ou não, para realizar seus estudos.


Divisões da Ecologia
A Ecologia possui vária divisões – a bioecologia, ou ecologia geral, engloba, em conjunto, os animais, os vegetais e os fatores do meio em que vivem. A Ecologia vegetal, ou fitoecologia, tem por finalidade o estudo específico dos vegetais, suas inter-relações com o meio e características particulares e gerais. A Ecologia animal tem por objetivo o estudo específico dos animais que vivem num determinado meio e também de um modo geral, ou seja, o estudo das diversas comunidades animais que povoam o mundo.
A Ecologia fisiológica tem por finalidade estudar a ação dos agentes físicos do meio sobre os organismos, pois os seres vivos sofrem influências do meio em que vivem, incluindo climas, alimentação e outros fatores. A Ecologia energética estuda as trocas de energia que se realizam entre os seres vivos. A Ecologia dinâmica dedica-se a pesquisar a produtividade natural das comunidades, ação e reação dos seres vivos, modificação dos organismos e outras ocorrências dinâmicas.

A sinecologia estuda as características das espécies de um modo geral, enquanto a autecologia vê cada espécie de modo particular. Como se pode perceber, a Ecologia é uma ciência complexa, que exige conhecimentos específicos e generalizados dos seres vivos e do meio para chegar a conclusões verdadeiras.


Poluição Atmosférica
Sabemos que o ar é Insubstituível para a existência dos seres vivos, sem oxigênio, morreríamos rapidamente, mesmo considerando impossível uma falta absoluta de oxigênio, a poluição atmosférica causadas pelas indústrias e pelos veículos que utilizam combustível é altamente nociva a saúde da população.
Gases e resíduos de ácidos e de outros produtos podem causar sérias moléstias ao organismo, com conseqüências que ainda não podemos prever. Um fenômeno perigoso, quando ocorre em localidades de atmosfera densamente poluída, é a inversão térmica, o ar poluído, não podendo dissipar-se por encontrar uma camada superior de ar frio, permanece concentrado sobre a localidade, podendo causar sérios danos a saúde, conforme os tipos de poluentes que se encontrem na atmosfera.
Muitos casos de morte já ocorreram nessas condições em várias partes do mundo, o uso de filtros especiais pelas indústrias e de motores que não produzam gases nos veículos diminuirá em grande parte a poluição atmosférica. A concentração excessiva de pessoas numa localidade favorece a contaminação do ar. Medindo-se a qualidade do ar de cidades muito povoadas e de regiões pouco habitadas, verifica-se que estas apresentam um número bem menor de bactérias, certas bactérias podem causar sérias doenças.


Poluição das águas
O problema da poluição das águas tornou-se uma preocupação mundial, é uma conseqüência da rápida e incontrolada expansão industrial e também do grande aumento demográfico, na medida que as populações se tornam maiores, cresce a quantidade de dejetos lançados aos rios e mares, juntamente com produtos químicos utilizados na limpeza doméstica. As indústrias por sua vez, despejam, principalmente nos rios, resíduos de vários produtos, que vão contribuir para maior poluição das águas fluviais.
Naturalmente, estes resíduos industriais acabam sendo lançados nos oceanos pelos rios, além disso, há empresas que os despejam diretamente nos oceanos, como tem acontecido com os resíduos de mercúrio, lançados ao mar por navios japoneses e norte-americanos. O mercúrio é um veneno terrivelmente perigoso, pois transmitido ao homem através dos animais marinhos, vai se acumulando no organismo, causando enfermidades graves e mesmo a morte.
É grande a quantidade de tóxicos lançados a água, um dos mais perigosos é o DDT, usado como pesticida na agricultura, é levado pelas chuvas aos rios e por estes aos mares. Tem sido constatado em muitos espécimes marinhos e mesmo em pingüins, embora habitem regiões muito distantes dos centros industrializados. Muitos rios já estão mortos, outros, bastante poluídos e com sua fauna comprometida. Coisas que não deveriam ser lançadas aos rios, nem aos mares:
  • Mercúrio
  • DDT e Detergentes
  • Esgotos
  • Óleos e detritos industriais
"Água", única forma de manter o ciclo da vida entre todos os seres vivos, animais-vegetais-minerais e é claro, nós, os humanos irracionais e com um agravante: Sabemos que a água é finita, estamos cientes e cansados de ver propaganda nos meios de comunicação, principalmente na televisão, o governo pedindo para que seja poupado o desperdício da água, mas o que vemos nas ruas é a pura realidade do desperdício.
Quantos de nós quando estamos andando pelas ruas, temos a triste visão do desperdício da água de todas as formas, é torneiras pingando - é gente lavando seus automóveis sem se preocupar em fechar a torneira quando estão ensaboando-os - é donas de casa lavando o quintal e a calçada sem se preocupar com o precioso líquido, é vazamento nas ruas onde o órgão competente demora a chegar para sanar o problema etc.
Minha gente vamos nos preocupar um pouco mais com o líquido da vida, são incalculáveis as vezes que os jornais e a televisão estão mostrando que os reservatórios estão secando, isso é muito sério, nós do IBEMA estamos cansados de ver os reservatórios vazios, sem uma gota sequer de água onde a muito pouco tempo havia fartura desse precioso líquido, vejam a represa do Guarapiranga, ela esta com menos da metade de sua capacidade, o reservatório da Cantareira, menos da metade de sua capacidade, e todos os reservatórios estão em igual situação, isso é muito, mas muito sério mesmo, é preciso que tomemos uma atitude antes que seja tarde demais, e a única forma de mantermos esse mínimo líquido precioso é usarmos com sabedoria, sem desperdício.
Você que esta vendo essa parte do site do IBEMA e gostaria de saber mais sobre esse assunto é só dar uma verificada nas represas do ABC paulista, nosso Instituto não quer alarmar ninguém desnecessariamente, só estamos dizendo isso porque o assunto é muito sério mesmo, façam o teste vocês mesmos, peguem suas famílias e vão dar um passeio nas represas, onde havia fartura de peixes hoje é um chão árido, rachado, mais parecendo um deserto, por isso pedimos para que você repasse essas informações a seus entes queridos, aos seus amigos, aos amigos de seus amigos, fazendo assim uma corrente de informação de Utilidade Pública Nacional, referente ao nosso mais precioso bem da terra depois do oxigênio - A água.


Poluição sonora
Nem todos julgam possuir a poluição sonora a mesma gravidade da poluição atmosférica e da poluição das águas, embora de um modo diferente, os danos que ela causa ao ser humano podem ser considerados da mesma intensidade das outras duas formas de poluição. Os ruídos excessivos provocam sérios desequilíbrios no organismo, causando graves doenças, especialmente de fundo nervoso.
Para medir-se a intensidade do som, usa-se o decibel, a maior intensidade sonora que o ouvido humano pode suportar com comodidade é de sessenta decibéis, para ter-se um exemplo da intensidade dos ruídos com que convivemos, basta dizer que um simples escapamento de caminhão é capaz de produzir sons de noventa decibéis, outras fontes de ruídos produzem sons de maior intensidade.
As conseqüências produzidas pela intensidade dos ruídos são bastante graves ao ser humano, com ruptura do tímpano, destruição das células nervosas e degeneração do nervo auditivo; sensação de angústia nos ambientes silenciosos, dificuldade em associar idéias e aumento da pressão cardíaca. As pessoas que vivem nas grandes cidades vão sofrendo os efeitos do excesso de ruídos gradativamente, e por isso muitas vezes não percebem que estão sendo prejudicadas.


Os Mares
Dois terços do nosso planeta estão cobertos pelos oceanos, conforme as mais evidentes conclusões científicas, foi nas águas dos oceanos que a vida se originou. Dai, ela espraiou-se por toda a terra, não deixando contudo de permanecer nos mares, para alimentar, em grande parte, a Humanidade, pois o homem sempre obteve do mar uma generosa contribuição para sua subsistência.
Porém, é agora, quando as populações de todos os continentes apresentam crescimentos astronômicos, que se começa a pensar nos oceanos como uma insubstituível fonte de alimentos para o futuro. Só que suas águas talvez não mantenham a fertilidade até lá, pois já se apresentam perigosamente poluídas. Já se constatou a presença de perigosos poluentes, como o mercúrio e o DDT.
Muitos destes venenos não só provocam sérios desequilíbrios na flora e na fauna marinha, como acabarão por torná-las totalmente impróprias para o consumo, pondo fim nas esperanças dos especialistas que viam nos oceanos o futuro celeiro do mundo.
Mas não é somente por meio da poluição que o homem destrói a riqueza marinha, a pesca desenfreada que há muitos anos vem praticando ameaça de extinção várias espécies, principalmente de mamíferos marinhos, como a baleia azul.
Para se ter uma idéia da importância dos mares, basta dizer que o volume mundial da pesca por ano é de mais de setenta milhões de toneladas.


Os Rios
A Natureza é pródiga e está sempre pronta a atender as necessidades do homem se ele lhe da tempo de recuperar-se, mas, não é isso que o vem acontecendo. Com o correr dos séculos, o homem foi aperfeiçoando os métodos de destruir o meio ambiente, e passou a agir com tal intensidade que a Natureza não tem condições de reconstruir o que ele destrói.
Os rios, encontram-se entre as grandes vítimas do progresso, recebendo quantidades excessivas e contínuas de esgotos residenciais e industriais, sua fauna e flora morrem rapidamente, no entanto se os rios fossem conservados, seriam abundantes fontes de pesca e proporcionariam lazer a grande parte da população.
No Brasil, muitos rios apresentam boas condições de navegabilidade, e poderiam ser aproveitados para passeios, transporte econômico de mercadorias e mesmo para transporte coletivo. Quando se criam condições favoráveis, há possibilidade de recuperar os rios.
Um exemplo está no rio Tamisa, na Inglaterra, altamente poluído não faz muito tempo, uma vez sanadas as causas de poluição, o rio voltou a apresentar indícios de vida, já se podendo até pescar em suas águas.
Muitos rios brasileiros já se encontram altamente poluídos, um exemplo impressionante é o rio Tietê, no Estado de São Paulo, que em grande parte de seu percurso se tornou um rio morto.


Peixes
Os peixes compõem uma importante classe de vertebrados de vida aquática, possuem sangue de temperatura variável, são providos de nadadeiras e respiram por meios de brânquias, habitam praticamente todas as águas, doces ou salgadas.
Se bem que sejam bastantes expressivas a quantidade e as espécies que habitam as águas doce, é evidente que encontraremos nos mares o seu verdadeiro habitat. Nas águas marinhas, desenvolvem-se as mais variadas espécies, desde os estranhos peixes das profundezas abissais e dos cavalos-marinhos aos gigantescos tubarões e peixes-serra.
É fabulosa a quantidade de peixes comercializáveis, como o bacalhau, a sardinha e o atum, cuja pesca sistematizada é feita por diversos países. Entre os peixes de água doce brasileiros, o pirarucu é talvez o mais interessante sob o ponto de vista comercial, pois além de ser de grande porte (cerca de dois metros e meio de comprimento e cem quilos de peso bruto), pode substituir perfeitamente o bacalhau, mas teria de ser criado cientificamente em tanques, ou logo estaria extinto.
Todas as espécies de peixes, porém, de água doce ou salgada, correm perigo de extinção, antes, eram apenas as espécies comercializáveis, pescadas exageradamente, sem que tivessem tempo de procriar, a isso, veio juntar-se a poluição industrial.


Aves
A contribuição das aves para equilíbrio ecológico é, inegavelmente, insubstituível, elas colaboram para a disseminação das sementes, participam da troca do pólen e evitam que os insetos daninhos atinjam níveis perigosos, além disso, representam uma das grandes maravilhas da Natureza, e é fácil de imaginar como seria triste um mundo sem aves.
Apesar de todas as qualidades, as aves vem sendo, há muito tempo, caçadas desnecessariamente pelo homem civilizado, que costuma aprisioná-las por causa da beleza de seu canto ou de sua plumagem, ou então matá-las por simples divertimento.
Em vez disso, as pessoas civilizadas deveriam aprender a apreciá-las e protegê-las. As florestas se reduzem cada vez mais, e as aves vão ficando cada vez mais sem condições de sobrevivência, nas grandes cidades já é difícil encontrar as aves tradicionais, afugentadas pelo excesso de ruídos e pela poluição atmosférica.
Um novo inimigo veio colaborar nas extinção das aves: o uso descontrolado de pesticidas agrícolas, tais produtos, usados para combater as pragas que atacam as plantações, são ingeridos pelas aves silvestres através dos alimentos, e acabam por causar-lhes a morte.
O resultado será um grave desequilíbrio ecológico, cujas conseqüências não podem ser previstas.


Mamíferos
Os mamíferos silvestres foram, em todo o mundo, as maiores vítimas da ação depredadora do homem, desde que o homem primitivo se sentiu mentalmente superior aos animais - peixes, aves e mamíferos - estes começaram a ser dizimados.
Os mamíferos, principalmente, por terem um habitat bem mais fácil de ser invadido, foram as principais vítimas do homem em todos os tempos, porém não há comparação entre as caçadas do homem primitivo, que caçava para comer, com arma de efeitos limitados, com a lança e o arco e flecha, e o caçador civilizado depois que se inventou as armas de fogo.
Para este, a caça significa especialmente um divertimento, e a matança passou a ser planejada, eficiente, extinguindo-se impressionantes quantidades de animais, a ponto de ameaçar várias espécies e extinguir algumas.
Ficaram célebres as matanças de bisões, nos Estados Unidos, e a de elefantes, na África, os mamíferos marinhos também estão sendo dizimados, como a baleia-azul.
No Brasil, os animais continuam a ser implacavelmente caçados, isto por causa de uma educação errada que não permite ao homem ver um animal silvestre sem que procure matá-lo, ao contrário do que ocorre em outros países, onde o respeito a vida selvagem é comum nos adultos e nas crianças.


Vegetais
Eis o reino básico de toda a vida na terra, todos os seres vivos dependem dele, contudo, com a Natureza nada é absoluto e uma coisa depende da outra, o reino vegetal precisa de muitos fatores para subsistir: a qualidade do solo, a ação de microorganismos e vermes, dos insetos, das aves e dos animais.
A combinação de todos esses fatores é perfeita, mantendo-se num equilíbrio, mudanças climáticas podem causar transformações na superfície terrestre. Estas transformações, porém, em geral são muito lentas, e compensadas por outras alterações, por exemplo: Os arqueólogos encontraram fósseis marinhos em montanhas, o que leva a crer que tenham sido leito oceânico.
Tudo leva a concluir que, os oceanos tenham se deslocados através dos tempos, estas e outras modificações seguem princípios naturais que não prejudicam o equilíbrio da vida no planeta, É a ação do homem, porém, rápida, violenta e impensada, que põe em perigo o sistema.
Os vegetais, principalmente os de grande porte e folhagem, são os principais produtores de oxigênio, sem eles, não pode haver oxigênio, e sem oxigênio não haverá vida.
A única solução possível é conciliar progresso e Natureza, viver com conforto mas preservar o meio ambiente, não há outra opção para a continuidade da vida.


O Oxigênio
Muitas pessoas confundem Ar com Oxigênio, ar é composto gasoso que envolve nosso planeta e o oxigênio é um de seus componentes. O ar é constituído de mais de vinte elementos, o oxigênio constitui 21% da composição do ar normal.
Quando o ser humano e todos os animais respiram, consomem oxigênio e exalam dióxido de carbono, outro componente do ar, do qual normalmente constitui 0,03%. Se é assim, porque a taxa de dióxido de carbono não supera a de oxigênio? Simplesmente porque existem vegetais, e os vegetais respiram de modo inverso: respiram dióxido de carbono e expiram oxigênio.
Enquanto as populações aumentam, consumindo mais oxigênio e produzindo mais dióxido de carbono, o número de vegetais diminui rapidamente, pela lógica, deveria ser o contrário, o aumento da quantidade de vegetais deveria acompanhar o crescimento das populações.
A isso, deve-se acrescentar, ainda, o uso cada vez maior, de máquinas e veículos de motor a combustível, para funcionar, esse tipo de motor queima oxigênio e produz dióxido de carbono, tornando o ar cada vez mais pobre de oxigênio.
Para calcular o perigo que isso representa, basta lembrar que o dióxido de carbono causa a morte quando em grandes quantidades, vários poluentes, produzidos pelas industrias, vão juntar-se ao dióxido de carbono excessivo, piorando substancialmente a qualidade do ar.


Os Vegetais e o Oxigênio
Todos os vegetais - com exceção dos fungos, das bactérias e de algumas plantas parasitas - possuem clorofila, utilizando-se da luz do sol e a clorofila, os vegetais realizam importantes reações químicas, transformando matérias minerais em orgânicas.
Os animais, incluindo o homem, não possuem condições para alimentar-se diretamente das substâncias minerais, se elas não fossem transformadas pelos vegetais, não haveria possibilidade de vida animal sobre a terra. o processo pelo qual os vegetais transformam substâncias minerais em orgânicas, utilizando a energia solar e a clorofila, chame-se fotossíntese.
Durante esse processo, ocorre um fenômeno importantíssimo para a manutenção da vida: o desprendimento de oxigênio, os vegetais respiram dióxido de carbono e expiram oxigênio, que, juntando-se a atmosfera, proporciona o necessário equilíbrio gasoso, sem isso, o ar ficaria irrespirável em pouco tempo.
Os vegetais clorofilados constituem verdadeiros laboratórios na superfície da Terra ou nas águas doces e salgadas, desprendendo oxigênio e elaborando alimentos orgânicos, possibilitam a vida de todos os seres vivos, incluindo os animais aquáticos.
Por isso, são grandes os perigos da poluição das águas e da devastação das matas, sabemos que muitos rios já estão mortos e que os mares estão sendo continuadamente poluídos.


Os Vegetais como alimento
Na verdade, a alimentação de todos os seres vivos e vegetariana, mesmo os carnívoros, como o gato, a onça e o tigre, são vegetarianos, de um modo indireto, e claro, porque se alimentam dos animais que dependem diretamente dos vegetais.
O Homem e um animal onívoro, ou seja, come de tudo, sua dieta e bastante variada, modificando-se conforme os hábitos regionais, basicamente, porem, depende, como todos os outros seres, do reino vegetal.
Há, contudo, uma tendência, quase geral, para comer todos os alimentos, com exceção das frutas, depois de transformados pelo calor, isso e necessário quando se trata de carne e de vegetais duros, como o feijão, o arroz e outros. Mas ha vegetais que devem de preferência ser comidos crus, uma vez que possuem importantes vitaminas, que praticamente são destruídas pelo calor, a cenoura e as verduras, como a alface, por exemplo.
Assim, e importante incluir vegetais cruz na dieta diária, só que devem ser muito bem lavados, eles também são vitimas da poluição, o uso excessivo de produtos químicos para fertilizar a terra, de pesticidas e a irrigação com água contaminada podem tornar os produtos vegetais perigosos para o organismo.
Uma lavagem cuidadosa basta para torná-los próprios para o consumo.


Pesticidas
Viver e uma eterna luta para obtenção de alimentos, Pode-se considerar que e a preocupação principal de todos os seres, e tem de ser assim pois sem alimento não ha vida. Numa floresta e que se percebe com mais facilidade essa luta pela sobrevivência, o ciclo começa com os vegetais e termina neles.
Para exemplificar de um modo simples, um coelho alimenta-se de vegetais, e comido por uma onça, que, depois de morta, e transformada por bactérias em elementos nutritivos que serão consumidos pelos vegetais. Muitos insetos, e suas larvas, são vegetarianos, para eles, não importa se os vegetais são espontâneos ou cultivados pelo homem.
Alias, preferem estes, pois os pássaros, afugentados pelo homem de suas plantações, permitem que as pragas progridam rapidamente. Depois da ultima guerra, generalizou-se o uso de pesticidas, com isso, o homem criou um dos maiores problemas para o equilíbrio ecológico.
Os produtos químicos envenenam pássaros e animais que se aventuram a comer as plantações, levados pelas águas, esses produtos contaminam os rios e os mares, e, de um modo geral, contaminam o homem.
Alem de tudo, muitas das pragas agrícolas estão desenvolvendo resistência aos pesticidas, obrigando que se pesquisem novos produtos.


O Meio Ambiente
Sabemos que nenhum ser vivo pode ser considerado independente, são varias as circunstancias exigidas para a composição do meio ambiente, a camada atmosférica e a da crosta terrestre onde se registra a vida constituem a biosfera.
Na biosfera a vida se torna possível devido a existência de diversos fatores: composição do ar, do solo, existência de água e da inter-relação de todos os seres vivos. Ha uma atividade constante dentro do meio ambiente e um equilíbrio que possibilitam a continuidade da vida.
Quando alguma causa atinge esse equilíbrio, o meio ambiente encontra-se ameaçado, uma característica dos irracionais e não modificarem o meio ambiente quando a ele pertencem espontaneamente, pois retiram da natureza apenas o essencial a vida, e estão sujeitos a um equilíbrio quantitativo imposto pela cadeia alimentar.
Ao contrario dos irracionais, o homem sempre influiu no meio ambiente, derrubando matas e inventando armas para facilitar suas caçadas, passou a modificar o equilíbrio ecológico do planeta. Tal vocação modificadora, a principio não apresentava nenhum peso no todo natural do planeta, mas foi crescendo com o aumento das populações e com os inventos realizados através dos séculos.
E num processo cada vez mais rápido, sendo que nesses dois últimos séculos, o homem conseguiu causar mais estragos ao meio ambiente do que em toda a sua historia anterior.


Equilíbrio Ecológico
A Natureza, se não sofre a interferência do homem, tem meios perfeitos para manter o equilíbrio vital, se assim não fosse, ela teria sido exterminada pela própria vida. Algumas espécies animais teriam aumentado tanto que acabariam por prejudicar irreversivelmente o equilíbrio ecológico.
Mas nos ambientes naturais, uma espécie mantém a outra nas suas devidas proporções, os pássaros comem os insetos, os predadores comem os pássaros e por sua vez são mortos por outros predadores.
Justamente o animal mais inteligente - o homem - e que esta prejudicando o equilíbrio ecológico, pondo em risco espécies vegetais, animais e sua própria espécie. A descoberta de vacinas, antibióticos e outros meios de combate as doenças propiciou uma substancial redução na mortalidade humana, aumentando consideravelmente a media de vida.
A decorrência foi a explosão demográfica, que vem desde alguns anos preocupando os especialistas, o mundo já esta com cerca de 6 bilhões de habitantes, isso significa mais fome, mais pobreza, e a natureza quase sem meios de manter-se reproduzindo.
O desequilíbrio ecológico terá influencia sobre as plantações agrícolas, que não poderão produzir proporcionalmente ao crescimento populacional.


O Habitat
Dentro do meio ambiente, com o transcorrer do tempo formam-se diversos tipos de habitat, vários fatores concorrem para a formação de um habitat, como clima e tipo de solo, ha habitats vegetais e animais, fatores naturais podem modificar um habitat, porem são raros e em geral muito lentos.
Se o clima se modifica ou sucede que a água começa a faltar, as comunidades vegetais ou animais que constituem  diversos tipos de habitat tendem a se extinguir ou a se modificar apos uma seleção natural. Um exemplo disso são os desertos, que possuíram outras espécies vegetais e animais.
Hoje, apresentam espécies características do meio, capazes de resistir ao calor excessivo e a falta de água, o homem influi direta e rapidamente na modificação de um habitat, devastando uma floresta primitiva, ele destrói os espécimes vegetais e extermina ou afugenta as espécies animais.
Tanto ele pode construir uma cidade, como estabelecer uma área de cultivo agrícola ou simplesmente abandonar a área devastada, de qualquer modo, os habitats primitivos não se reconstituirão, ele poderá plantar outras espécies de vegetais e introduzir espécies de animais e de aves estranhos ao meio, os quais acabarão por constituir outros tipos de habitat.
Um exemplo e o pardal, originariamente, ele não existia no Brasil, pois e de procedência asiática.


Tipos de Habitat
São muitos os habitas dos seres vivos, tanto na superfície quanto no subsolo e nas águas doce e salgadas, ha animais que não se afastam de seu habitat, enquanto alguns se transferem de um habitat a outro, obedecendo as imposições biológicas.
Nesse ultimo caso, estão as tartarugas, que saem da água para por seus ovos, peixes marinhos que sobem o rio para desovar e as aves migratórias, estas aves se transferem de região com a chegado do outono, procurando lugares mais quentes,na primavera, retornam ao local de origem,, movidas por um instinto maravilhoso.
Tanto os animais como os vegetais, desenvolvem características apropriadas para resistirem ao meio, as zebras são listradas para se confundirem com a paisagem e escaparem aos predadores, como o leão; os cactos são desprovidos de folhas para melhor conservação da água.
Ha habitas fáceis de serem descritos como a dos pingüins e dos elefantes, outros, porem, são mais complexos, pela grande variedades de vegetais e de animais que integram diversas comunidades  que se confundem, como ocorre principalmente nas matas tropicais.
O habitat das minhocas e no subsolo e ha bichinhos que vivem entre as folhas de um livro, certos animais, como o cão e o boi, passaram a não ter habitat natural, pois vivem condicionados pelo homem.


O Homem e o Meio
Todos os seres vivos, dependem uns dos outros, e também do ambiente em que vivem. Ninguém, portanto, pode considerar-se fisiologicamente livre, citando o homem como exemplo, sabemos que ele necessita de uma infinidade de meios para manter-se vivo. Os vegetais constituem a base da subsistência, deles o homem se alimenta diretamente, ou através dos animais que, por sua vez, também dependem dos vegetais mas, o homem está destruindo os vegetais e os animais gradativamente com a destruição da natureza, assinando sua sentença, consciente ou inconscientemente.
Antes de começar a empregar-se no século XX, o termo Ecologia, criado em 1.866, e também antes disso, muitos cientistas e sábios estudavam e se preocupavam com as relações entre os animais, os vegetais e o meio. Tal estudo passou a ser considerado como parte da Biologia, que é a ciência que pesquisa os seres vivos, sentia-se porém, que o estudo das relações dos seres vivos entre si e o meio constituía um campo especializado, embora dependesse da Biologia.
Passou-se a adotar então, o termo Ecologia para determinar a ciência que se preocupa socialmente com os seres vivos, por socialmente, entende-se o relacionamento entre as plantas, o homem e os outros seres vivos, um depende do outro e, nessa interdependência, formam uma sociedade, de cujo equilíbrio e organização dependem, mas o homem parece que não aprendeu ainda essa interdependência, pois a destruição é notória, e lá na frente, esta ou as novas gerações, sofrerão as conseqüência de seus atos ou sua ganância.
O homem não respeita a Ecologia, a Biologia, polui a atmosfera, as águas dos rios e mares, onde conseqüentemente, polui os peixes e toda fauna aquática, onde depende dela para sua própria subsistência, o homem destrói as florestas, as matas que, por sua vez destrói os animais que o próprio homem depende para sua subsistência, o homem diminui o oxigênio do planeta fabricando diversos tipos de pesticidas discriminadamente jogados na atmosfera, que sua vez volta a terra em forma de chuva ácida, destruindo toda a fauna e flora, as quais ele mesmo depende, o homem transforma o meio ambiente, o habitat natural, o ciclo hidrológico, o solo, o ciclo da vida.
Dois terços do nosso planeta estão cobertos pelos oceanos, e conforme as mais evidentes conclusões científicas, foi nas águas dos oceanos que a vida se originou, daí, ela espraiou-se por toda a terra, não deixando contudo de permanecer nos mares, para alimentar em grande parte, a humanidade, pois o homem sempre obteve do mar uma generosa contribuição para a sua subsistência.
Porém, é agora, quando as populações de todos os continentes apresentam crescimentos astronômicos, que se começa a pensar nos oceanos como uma insubstituível fonte de alimentos para o futuro, só que suas águas talvez não mantenham a fertilidade até lá, pois já se apresentam perigosamente poluídas, já se constatou a presença de perigosos poluentes, como o mercúrio e o DDT, muitos desses venenos não só provocam sérios desequilíbrios na flora e na fauna marinhas, como acabarão por torná-las totalmente impróprias para o consumo, pondo fim na esperança dos especialistas que viam nos oceanos o futuro celeiro do mundo.
Mas não é somente por meio da poluição que o homem destrói a riqueza marinha, a pesca desenfreada que a muitos anos vem praticando ameaça de extinção de várias espécies, principalmente de mamíferos marinhos, como a baleia azul. Para ter-se a idéia da importância dos mares, basta dizer que o volume mundial de pesca por ano é de cerca de setenta milhões de toneladas, mas o homem continua a poluir e degradar os oceanos.
A Natureza é pródiga e está sempre pronta a atender as necessidades do homem, isso se ele lhe der tempo de recuperar-se, mas não é isso o que vem acontecendo, com o correr dos séculos, o homem foi aperfeiçoando os métodos de destruir o meio ambiente, e passou a agir com tal intensidade que a Natureza não tem condições de reconstruir o que ele destrói.
Quando se criam condições favoráveis, há possibilidades de se recuperar os rios, um exemplo está no rio Tamisa, na Inglaterra, altamente poluído não faz muito tempo, uma vez sanadas as causas de poluição, o rio voltou a apresentar indícios de vida, já se podendo até pescar em suas águas.
Muitos rios brasileiros já se encontram altamente poluídos, um exemplo impressionante é o Rio Tietê, no Estado de S. Paulo, que em grande parte de seu percurso se tornou um Rio Morto, e quem é o culpado disso, o homem.
Já a muito tempo o homem vem caçando, aprisionando, uma quantidade de aves desnecessariamente, seja por sua beleza, seja pelo seu canto ou de sua plumagem, ou mesmo por puro prazer e divertimento, onde ao invés disso deveriam aprender a apreciá-las e protegê-las. O homem está reduzindo cada vez mais as florestas, e as aves vão ficando sem condições de sobrevivência.
Nas grandes cidades já é difícil encontrar as aves tradicionais, afugentadas pelo excesso de ruídos e pela poluição atmosférica. Um novo inimigo veio colaborar na extinção das aves, o uso descontrolado de pesticidas agrícolas, tais produtos, usados para combater as pragas que atacam as plantações, são ingeridos pelas aves silvestres através dos alimentos, a acabam por causar-lhe a morte, e o resultado será um grave desequilíbrio ecológico, cujas conseqüências não podem ser previstas, mas o homem não pensa nisso, ele acha-se soberano em sua idéias e seus atos, cuja conseqüência atingirá toda a humanidade.

Os mamíferos silvestres foram em todo o mundo as maiores vítimas da ação do homem, principalmente por terem um habitat bem mais fácil de ser invadido, pois foram as principais vítimas do homem em todos os tempos, onde até hoje, principalmente no Brasil, os animais continuam a ser implacavelmente caçados, isso por causa de uma educação cultural atrasada, errada, não cumprimento das leis, onde não permite ao homem ver um animal silvestre sem que procure matá-lo, ao contrário do que ocorre em outros Países, onde o respeito a vida selvagem é comum nos adultos e nas crianças.
A única solução possível, é conciliar progresso e Natureza, viver com conforto, mas preservar o meio ambiente, não há outra opção para a continuidade da vida, pois é preciso que se faça imediatamente uma parceria psicológica entre – O homem e o meio.
Por princípio, o ambiente do homem é o meio natural, onde podemos ver isso em nossos índios. Conviver normalmente com a Natureza e não modificar o ambiente são algumas de suas características, caçam e pescam o necessário e vivem quase exclusivamente dos vegetais espontâneos, praticando alguma agricultura,
Como jamais se multiplicaram demasiadamente, sempre lhes foi possível sobreviver quase que somente com os alimentos espontâneos, os povos civilizados porém, cresceram exageradamente, precisam plantar e criar para encontrar a alimentação suficiente.
Com o desenvolvimento da civilização passaram a organizar-se, já nem todos eram agricultores, uns negociavam com o que os outros plantavam ou criavam, constituíam-se as cidades, nascia a industrialização, que permitia um trabalho menos cansativo do que o do campo. Hoje, os povos vivem praticamente em cidades, o meio natural em que vivem foi completamente transformado, mesmo o trabalho agrícola já está em grande parte mecanizado nos países desenvolvidos, e propicia menor trabalho e maior produção.
Atuando constantemente sobre a Natureza, o homem é um grande modificador do meio, atualmente o meio com o qual se identifica é o urbano, havendo uma tendência quase generalizada para abandonar o trabalho rural e concentrar-se nas grandes cidades.
Este é o homem, um ser com grande capacidade para criar, desenvolver tecnologia, amar, sentir, calcular, onde infelizmente ao invés de usar seus atributos na melhoria de sua espécie, aprimorando o ciclo da vida de todas as espécies, faz exatamente o contrário, desenvolve a destruição de seu próprio meio.


Cadeia Alimentar
O alimento é essencial a vida, todos os seres vivos precisam alimentar-se, porém, se cada ser vivo consumisse realmente o seu alimento, ou seja, por sua vez não produzisse alimento, a vida, como a conhecemos, não seria possível.
Suponhamos que os vegetais extraíssem o seu alimento do solo e não servissem de alimento aos animais, como estes poderiam alimentar-se?
E se todos os animais se alimentassem diretamente dos vegetais, haveria alimento para todos? Isso porém, não ocorre. A vida se mantém através da cadeia alimentar. Podemos dizer que a matéria se transfere de um ser ao outro, terminando por voltar ao ponto de origem.
Para analisarmos de modo simplificado a cadeia alimentar, podemos montar o seguinte esquema: um inseto alimenta-se de vegetais; depois, cai em poder de uma aranha, que o devora. Por sua vez, a aranha é devorada por um pássaro, e este é comido por uma raposa.
O vegetal é o produtor; o inseto, consumidor de primeira ordem; a aranha, consumidor de segunda ordem; o pássaro, consumidor de terceira ordem; a raposa, consumidor de quarta ordem. Morrendo a raposa, será transformada em matéria que será consumida pelo vegetal, juntamente com matérias minerais.
O reino vegetal é, portanto, a fonte produtora de alimento. Somente os vegetais tem capacidade de transformar matérias minerais em orgânicas, sem o que não seria possível a vida animal.




FONTE:  http://www.ibema.org.br/ecologia.shtml


Microscópio caseiro

Aos Alunos 7 e 8º ano E.Estadual Major Delfino de Paula Ricardo.

Microscópio caseiro

Um microscópio no teu smartphone

Experiência - Construir um microscópio com um telemóvel

Material necessário



  • Smartphone com câmera.
  • Uma pequena lente convexa (ver figura 1).
  • Um pedaço de borracha ou de cartão da espessura da lente. Em alternativa um grampo de cabelo.
  • Fita autocolante.
  • Caixa transparente de CD ou DVD (ou outro material transparente).
  • Alguns materiais para apoio
  • Procedimento experimental

    lente convexa
    Fig. 1 - Vais precisar de uma lente destas
    para construir o teu microscópio
    Já te deves ter apercebido que as lentes atuais dos smartphones impedem que possas fotografar algo pequeno muito de perto com riqueza de detalhes (se não sabes, tenta fotografar a data de uma moeda pequena, para verificares).
    Vamos aprender a utilizar o smartphone como se fosse um microscópio, e desse modo, fotografar com detalhe pequenos objetos do seu dia a dia, obtendo imagens muito interessantes para partilhar com os amigos.
    Para criar a nossa lente macroscópica, vamos precisar de um apontador de laser antigo (desses que se vendem barato nas lojas do chinês) ou então um leitor de DVD avariado que possa haver aí por casa, para retirar uma peça muito importante: a nossa lente convexa.
    Começa por desmontar a lente do laser ou do leitor de DVD (se não perceberes como se faz isto vê o video em baixo).
    Cuidado para não arranhar a lente, ela é bastante sensível.
    Feito isso, não existem muitos segredos. Coloca a lente com a parte convexa (curvatura virada para fora) virada para a frente do smartphone (e com a parte lisa encostada na câmera).
    Se quiseres envolver a lente num pedaço de borracha ou cartão, cola-o nas costas do telemóvel, ou então prende com grampo de cabelo juntamente com um pedaço de fita autocolante para que a lente não se mexa enquanto estiveres a obter imagens (o resultado ficará parecido com o obtido na figura 2).
    Um microscópio no smartphone
    Fig. 2 - A lente convexa deve ficar assim
    Como opção poderás arranjar uns suportes para apoiar o telemóvel e depois poder colocar os materiais a observar debaixo dele. Para isso arranja uns livros, faz duas pilhas e coloca a capa de CD/DVD transparente por cima (como uma espécie de mesa).
    Regula a altura até que os objetos que ficam por baixo (aquilo que vais observar) fique focado.
    Se quiseres andar com o telemóvel na mão, lembra-te que para focar tens de estar muito perto dos objetos (e muito quieto também - caso contrário obterás imagens desfocadas).

    Conclusão

    A lente convexa vai funcionar tal e qual como uma lupa e desta forma vai ampliar todas as imagens que chegam até à tua câmara. Tens ainda a vantagem de as poderes filmar ou fotografar.
    Agora experimenta. De certeza que te vais divertir e aprender muitas coisas novas.

    Uma experiência simples que mostra como construir um microscópio caseiro.
    Autores identificados no video. Duração aproximada: 5 min Fonte: http://www.Youtube.com (Manual do mundo)

    Referências:
    http://www.operariosdaweb.com.br/transformar-smartphone-microscopio/ Manual do mundo

    quarta-feira, 23 de novembro de 2016

    Programa Horta Escolar - PROETI

           

       HORTA ESCOLAR - PROETI



                 Esse ano, fiz uma mudança muito autêntica em minha carreira profissional, onde sai dos cadernos e fui , literalmente, para a terra.
               Confesso que não foi por inteira vontade e tive minhas restrições ao pegar esse projeto. Acreditava que estaria sendo menos qualificada por exercer tal atividade, como fui imatura!
                O mais incrível dessa vivência foi poder me enquadrar em algo que nunca havia antes experimentado e, assim, colher frutos de uma nova experiência.
                Vou começar a realizar postagens desde o início do projeto até imagens de cada fase, compartilhando cada vivência realizada.


    quarta-feira, 16 de outubro de 2013

    Você sabia que os anfíbios são indicadores da qualidade ambiental?

          


      Os anfíbios são abundantes e funcionalmente importantes em muitos hábitats terrestres e aquáticos, sejam tropicais, subtropicais ou temperados. Sua maior diversidade ocorre nas florestas tropicais úmidas, onde o processo de desmatamento poderá ter efeitos desastrosos sobre suas populações. (Laurence, 2005)
        Os anfíbios são altamente sensíveis a alterações na qualidade da água (em especial sua contaminação por resíduos inseticidas, fertilizantes e por drenagens de minerações). Pesquisas em diferentes locais do Brasil, revelaram ainda que algumas espécies também são suscetíveis a mudanças na estrutura da vegetação próxima aos corpos d'água. (Laurence, 2005) 
        Nos últimos anos, os cientistas têm registrado um declínio das populações e a extinção de espécies de anfíbios em todo mundo. O fenômeno atinge principalmente em espécies mais exigentes, que vivem em hábitats mais restritos.
        Essas espécies, menos numerosas, são consideradas espécies-chaves para avaliar mudanças ambientais. Tais espécies precisam, para sobreviver, de condições ambientas bem definidas, comportando-se como indicadoras de qualidade ambiental.


    Fonte: LAURENCE, J. Biologia: ensino médio, volume único. 1ª Ed. São Paulo: Nova Geração, 2005.

    O uso sustentável de abelhas na agricultura.





    "Atualmente, estima-se que, das 250 mil espécies de plantas com flores (angiospermas), 90% são polinizadas por animais, especialmente insetos. Os polonizadores são tão importantes para a reprodução das plantas quanto a luz e a água para seu crescimento. Mas também são essenciais para a espécie humana: dependemos das plantas e, portanto da polinização para obter alimentos, fibras (algodão, linho, etc.) e inúmeros outros produtos. Isso significa que as interações entre animais e plantas também nos afetam diretamente. (Laurence, 2005)
    As abelhas estão entre os principais polinizadores do planeta. Sua extinção pode ameaçar também a sobrevivência do homem. Em algumas partes do mundo, estudiosos do assunto já confirmam a redução de colônias entre 30% e 70%, indício de que todas as espécies estão ameaçadas. Cientistas classificam o fenômeno da redução dessas populações de desordem de colapso da colônia (colony collapse disorder), significando sérios prejuízos para a biodiversidade, a produção de alimentos e a economia em geral.(Assis, 2013)
    Polinizadores, como as abelhas e outros insetos e animais, representam um dos mecanismos essenciais à manutenção e promoção da biodiversidade no planeta, pois é somente após a polinização que as plantas formam frutos e sementes, fontes da sua própria reprodução. A importância desses polinizadores será o tema do V Seminário de Política destinadas a Resolver as Carências de Polinização (Fifth Policy Workshop on Addressing Pollination Deficits), que acontecerá em Nairóbi, Quênia, de 23 a 25 de setembro de 2013. (Assis, 2013)
            Nos Estados Unidos, campeão mundial em pesquisas e no aproveitamento de abelhas na agricultura, os números são reveladores. Em 1988, enquanto a produção de mel acrescentou mirrados 150 milhões de dólares à economia americana, o aumento da produção de alimentos com o auxílio dessas prestativas operárias gerou um lucro adicional de 20 bilhões de dólares para o setor agrícola. No Brasil, o hábito de recorrer a elas para polinizar lavouras não alça vôos tão altos. Pelo menos no campo, porque nas universidades o trabalho das abelhas vem sendo pesquisado há muito tempo. A professora paulista Regina Helena Nogueira Couto, por exemplo, pesquisa há dezenove anos a genética e o modo de vida desses insetos. No campus da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Jaboticabal, SP, ela lida diariamente com todo tipo de espécies: da Apis mellifera — a mais comum em todo o mundo — até a dócil jantaí (Tetragonisca angustula) ou a nordestina uruçu (Melipona scutellaris), cujo mel é um orgulho regional. "São muitos os insetos que coletam néctar e polinizam as flores. A vantagem das abelhas é que elas são mais eficientes e podem ser controladas", explica Regina Helena. (Prado, 1992)
    Dependendo do tipo de plantação, uma colméia, com cerca de 60 000 abelhas, produz de 1 a 10 quilos de mel por semana. O que significa pelo menos 1,5 milhão de visitas coletivas às flores em busca da saborosa solução de água, açúcar e sais minerais do néctar, usado para produzir mel e enfrentar o inverno. Nesse vai e vem, elas levam outra riqueza: grãos de pólen, que as flores depositam estrategicamente em pequenas hastes, chamadas anteras, para lambuzar as visitantes. Carregadas com o precioso produto, voam de flor em flor, espalhando os grãos da fecundidade. As abelhas também se aproveitam desse alimento, rico em proteínas, para abastecer suas larvas.(Prado, 1992)


    Fontes: 
    LAURENCE, J. Biologia: ensino médio, volume único. 1ª Ed. São Paulo: Nova Geração, 2005.
    ASSIS, L.Redução das colônias de abelhas representa ameaça aos seres vivos. Organização Mundial da Saúde. 2013. Disponível em: http://www.mma.gov.br/informma/item/9647-redu%C3%A7%C3%A3o-das-col%C3%B4nias-de-abelhas-representa-amea%C3%A7a-aos-seres-vivos. Acesso em 16/10/2013.
    PRADO, R. Sobrevivência e Sedução. Revista Superinteressante.N.4. Ano 2. Disponível em:http://super.abril.com.br/ciencia/flores-polinizacao-sobrevivencia-seducao-440285.shtml. Acesso em 16/10/2013.




    Existem plantas carnívoras no Brasil?


           
    Não só existem, como somos o segundo país do mundo em número de espécies, perdendo apenas para a Austrália. O território brasileiro reúne mais de 80 delas, todas concentradas em seis gêneros:  Drosera, Genlisea, Utricularia, Heliamphora, Brocchinia e Catopsis (ambos da família das bromélias). As mais comuns são as Droseras, que se distinguem pela mucilagem, substância pegajosa que aprisiona insetos voadores. As bromélias fazem o mesmo, só que com os pêlos de suas folhas. Já as Heliamphoras atraem os insetos com suas cores vivas e néctar perfumado. Tanto as Genliseas, também chamadas violetas-do-brejo, quanto
    as Utricularias são, em sua grande maioria, aquáticas, com pequenas bolsas que capturam os protozoários. "Uma planta é considerada carnívora quando tem a capacidade de atrair , prender e digerir moluscos, pequenos insetos e aranhas, ou mesmo organismos microscópios que vivem na água", afirma o botânico José Rubens Pirani, da Universidade de São Paulo (USP). Essa digestão é realizada por enzimas proteolíticas  (especialistas em digerir proteínas) ou bactérias, que quebram as substâncias em moléculas menores até poderem ser absorvidas pelas plantas.

    Fonte: LAURENCE, J. Biologia: ensino médio, volume único. 1ª Ed. São Paulo: Nova Geração, 2005.